Ellen Rocche rebate fama de símbolo sexual em entrevista: 'Nunca me vi sexy' - Mundo Urgente

Breaking

Ellen Rocche rebate fama de símbolo sexual em entrevista: 'Nunca me vi sexy'



Como muitas atrizes que enveredaram pelo humor, Ellen Rocche cresceu assistindo e admirando o trabalho de Chico Anysio. Mas, na hora de assumir a Dona Capitu na nova versão de A Escolinha do Professor Raimundo, ela confessa que tremeu.



“Foi o maior frio na barriga”, diz, sobre seu trabalho na atração do Canal Viva, cuja quarta temporada já está no ar. E Capitu, que à primeira vista pode parecer apenas uma bonitona, é, segundo Ellen, uma mulher empoderada.

“Ela estuda, só que toda vez que o professor pergunta algo e não sabe, Capitu começa da dar uma enrolada. Aí, acerta.

Capitu sabe usar das artimanhas, ela brinca com a sensualidade para conquistar o que quer”, explica. “Ela tem uma certa inocência, mas não é bobinha. Quando é sacaneada, sacaneia de volta.


Capitu se impõe, se coloca”, diz Ellen, que vê como ponto em comum com a morena (ela usa uma peruca em cena) a simpatia. “Modéstia à parte, me acho simpática. Capitu é alto astral e positiva, e eu também”, afirma a atriz, ressaltando que fica feliz em honrar o legado de Claudia Mauro, a primeira Dona Capitu.

Acostumada a viver mulheres sensuais na profissão, Ellen rejeita o rótulo de sexy symbol. “Nunca me vi sexy. Sempre fui uma moleca. A sensualidade é natural em todo mundo, mas por ter esse biótipo, essa coisa do mulherão, do corpão, isso ajuda a criar o imaginário das pessoas”, afirma.

“Eu me aproveito disso para os meus personagens, mas a cada papel com esse perfil, eu tento criar de forma diferente”, explica. “O desafio é colocar humanidade”, conta a atriz, que tem se aprofundado mais no drama, caso da Suzy de O Outro Lado do Paraíso.



“Não foi algo que eu procurei, foram as oportunidades que vieram na minha carreira, esses personagens com um tom mais cômico”, conta. “É uma coisa que eu adoro, me divirto. A Suzy foi um divisor de águas”, admite a atriz.

“A trama tinha situações delicadas que exigiam bastante sensibilidade para mostrar o drama dos personagens. Foi muito importante para mim e para as pessoas saberem que também faço drama”, explica Ellen.

Ainda assim, ela não pretende abandonar o humor. “Estou com dois projetos de teatro, um drama e uma comédia. Estou procurando fazer coisas que me desafiem.


O humor parece fácil, mas tem todo um timing”, pondera ela, adiantando que os dois trabalhos ainda estão na fase de pré-captação.



Revista Quem

Nenhum comentário:

Postar um comentário